terça-feira, 29 de setembro de 2009

Quem quer ser um milionário



Como já disse antes...esse espaço, aqui, inventado por mim e para mim, não tem nada de cinéfalo..eu nem vejo muitos filmes. Tudo é uma coincidência...uma feliz coincidência que me fez voltara a escrever. Escrever as abobrinhas que tantos gosto. Como é bom não escrever e-mail para professores, para a equipe de trabalho, como é bom não escrever artigos, sobre fonética, em francês. Como é bom ter liberdade com as palavras, poder embaralhá-las, jogá-las para cima e deixar que caiam aleatóriamente sobre a tela do computador.


Domingo, depois de uma briga conjugal, que não cabe aqui, tive a ideia maravilhosa de ir afugentar minha ira e minha birra locando um filme. Fui certeira! Geralmente passo horas e horas olhando para as caixinhas de DVDs, escolho, escolho, sem dignar-me a ler as sinopses. Acho que não tem graça ler as sinopses. Filme para mim tem que ser auto explicativo, tem que ser de todo uma surpres, quanto mesno souber sobre ele melhor.

Dessa vez eu já tinha uma indicação...achei escondido "Quem quer ser um milionário".

Fazia tempo que eu não via um filme tão inteligente. Não queria esquecer...como sempre acontece...quero lembrar do menino caido no meio da bosta e gritando feliz com a mão para o alto segurando um autógrafo de um ídolo. Não queria esquecer das crianças na chuva, sobre o trem, do B. escorrendo no espelho do banheiro, das cafetinas, de como se sabe como uma nota de 100 tem a cara de Benjamin Franklin, o vestido amarelo de Latika, o éter que drogava crianças antes terem seus olhos arrancados...são as cores da índia, são os tons de pele, são todas as índoles e todas os convívios tranformadores. É tudo misturado... é tudo inteligente

Nenhum comentário:

Postar um comentário